WALDIR COSTA — Sem Marcito Pinto, disputa eleitoral para a prefeitura fica indefinida em Ji-Paraná

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A saída compulsória do prefeito de Ji-Paraná, Marcito Pinto (PDT), que estava preparado para a reeleição e com enormes possibilidades de reeleger-se abriu o processo sucessório no segundo maior colégio eleitoral do Estado. Marcito a exemplo de outros prefeitos foi preso –e continua– na Operação Reciclagem realizada pela Polícia Federal (PF) em agosto último.  

Marcito liderava a coligação “Ji-Paraná não pode parar” tendo o PDT como partido de frente, mais o PL, PSB, PSD e Solidariedade. O registro da candidatura de Marcito foi liberado pela Justiça Eleitoral, mesmo ele estando preso, mas posteriormente optou pela renúncia e em seu lugar assumiu o advogado Julian Cuadal (PDT), que não conseguiu manter os mesmos partidos coligados e, como é um estreante na política, abriu espaços para os adversários.  

Se o PDT e seus partidos coligados tinham enormes chances de manter a hegemonia no comando da Prefeitura de Ji-Paraná, perdeu espaço com a prisão e renúncia de Marcito à candidatura. Adversários com considerável peso político, como o ex-vereador Isaú Fonseca (MDB), deputado estadual Jhony Paixão (PRTB) e o médico João Durval (PP) cresceram junto ao eleitorado e as eleições prometem disputa equilibrada. É difícil aponta rum favorito.  

Além dos candidatos citados (João Durval. Isaú e Jhony), a vereadora do PT, Cláudia de Jesus não pode ser ignorada, pois tem a sua parcela no colégio eleitoral do município, assim como o ex-vereador, Lincoln Astrê, do PRTB. Não há dúvida que as eleições a prefeito de Ji-Paraná ganharam maior mobilização das lideranças políticas do município, sem a participação de Marcito, pois a substituição pelo advogado Julian Cuadal não empolgou o eleitorado.  



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