Querendo reabrir como essencial, Havan começa a vender arroz e feijão

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O EMPRESÁRIO LUCIANO HANG ATENDE PEDIDO DE BOLSONARO PARA "JOGAR PESADO" CONTRA GOVERNADORES

A rede de lojas de departamento Havan vende eletrodomésticos, eletrônicos e artigos para a casa. No entanto, recentemente começou a vender alimentos para tentar reabrir as portas em meio à pandemia de Covid-19 como serviço essencial. A unidade de Porto Velho já está oferecendo estes produtos alimentícios. Um morador da capital informou a este site que esteve na loja esta semana e viu os produtos à disposição nas prateleiras.

No estoque foram inclusos produtos como arroz, feijão, óleo e macarrão há duas semanas. Além disso, a rede entrou com ação judicial para ser considerada atividade essencial durante a pandemia.

O estoque de alimentos  essenciais disponível nas lojas é baixo e eles não estão disponíveis para venda no site da Havan. Os únicos alimentos vendidos na loja virtual são chocolates e cápsulas de café apenas.

Alinhamento a Bolsonaro

Tentando driblar o fechamento dos comércios não essenciais, a Havan mudou seu estoque no momento em que o presidente Jair Bolsonaro incita empresários a “jogar pesado” contra as medidas de isolamento social decretadas por prefeitos e governadores. O empresário Luciano Hang, dono da Havan, é aliado do presidente.

Além disso, ações judiciais e protestos de funcionários nas portas de prefeituras demonstram o embate contra o fechamento dos serviços.


A rede tem ao todo 143 lojas e apenas 16 estão fechadas. A maioria das abertas está em Santa Catarina e Paraná, estados que flexibilizaram a abertura de determinados setores do comércio com horário reduzido. As lojas fechadas estão em São Paulo, Bahia, Minas Gerais, Pernambuco, Pará e Acre. Em Porto Velho, Cacoal e Vilhena elas seguem abertas, agora com arroz, feijão, óleo e macarrão.



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