Isaú promete medidas rigorosas contra a Caerd se serviço não melhorar

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O prefeito Isaú Fonseca (MDB) recebeu, no gabinete da prefeitura, o presidente da Caerd, José Irineu Cardoso, com os vereadores Lorenil Gomes (PSDB) e Weliton Fonseca (MDB) presidente da Câmara de Vereadores, acompanhados do diretor-presidente da Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados do município de Ji-Paraná (Agerji), Ronaldo Alexandre. O encontro foi para apresentar as propostas da companhia, para atender a população nas várias reivindicações.

A agência reguladora tem recebido nos últimos dias inúmeras reclamações, quanto aos serviços oferecidos pela Companhia de Águas e Esgotos de Rondônia, sendo necessário uma reunião para que a empresa responsável pelo abastecimento de água em Ji-Paraná, apresente planejamento e compromisso com a população.

O presidente da Agerji disse que a agencia recebe reclamações diariamente e já informou o escritório local da companhia. “Como agente fiscalizador da Caerd entendemos que a empresa precisa de uma resposta, com atendimento mais rápido de acordo com expectativa do consumidor”, disse Ronaldo.

A Caerd abastece toda a cidade e os distritos de Nova Colina e Nova Londrina com água tratada. Nem dois por cento da população de Ji-Paraná dispõe de rede de esgoto. Em dezembro de 2019 o governo estadual autorizou o início das obras do esgotamento sanitário que deve atender cerca de 100% da população.

O presidente da Caerd, José Irineu Cardoso, firmou compromisso com o chefe do executivo municipal, com representantes do legislativo afirmando que, “a empresa entende as reclamações e vamos trabalhar um planejamento para atender as reivindicações feitas e a população pode ficar tranquila, a companhia mesmo com suas limitações, sabe de suas obrigações”, finalizou o presidente.


Na reunião, o prefeito Isaú Fonseca fez duras críticas aos serviços da empresa como, as novas ligações, fluxo de água e exigiu mais agilidade na implementação da nova estação de tratamento de água no segundo distrito. “Não podemos ficar refém de uma situação em que se paga pelo serviço e a empresa não atende. A Caerd precisa respeitar nossa gente, ou serei obrigado a tomar outras medidas”, disse o prefeito.



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