Filas para transplantes de rim e córnea em RO têm 353 pessoas na espera

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Estão na fila de espera para transplante de rim 103 moradores do estado e outros 250 aguardam para receber uma nova córnea: estes são dados da Central de Transplante de Rondônia (CT-RO). Segundo o presidente da Associação Rondoniense de Renais Crônicos Transplantados (ARRCT-RO), Jonas Cavalcante, já faz dois anos que não há operações de transplantes renais no estado. Informação desmentida pela Secretaria do Estado de Saúde (Sesau), que, em nota, negou a falta no procedimento e informou que agora em 2020 houve a realização de transplantes até antes da pandemia em Rondônia.

No estado esses procedimentos são realizados pela CT-RO no Hospital de Base de Porto Velho, única estrutura habilitada a promover cirurgias de transplante de rim e córnea. Os demais, sob indicação médica, são encaminhados para outras unidades da federação.

Ainda segundo a Sesau, Rondônia possui ambulatórios que funcionam para acompanhar do pré ao pós-cirúrgico dos pacientes; e também está em fase de implantação um ambulatório de doenças cardíacas.

Além dos impasses do serviço e da longa espera na fila, para o professor e médico nefrologista Gustavo Herdoiza, outros grandes desafios enfrentados pelo paciente que necessita de transplante de rim são a desinformação e o “medo” da família, fatores que acabam atrapalhando o processo.

“Há muitas dúvidas sobre como o corpo do doador será devolvido. Há garantias muito fortes que, após a retirada dos órgãos ou tecidos, a equipe médica fará todo os procedimentos protocolares e legais, de modo que o corpo seja entregue íntegro aos familiares e, assim, as cerimônias de despedida possam ser realizadas normalmente”, salienta o médico.




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