DIA DA SAÚDE MENTAL – Senadores pedem políticas públicas para tratamentos

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Neste sábado (10) foi comemorado o Dia Mundial de Saúde Mental. A data foi instituída em 1992 pela Federação Mundial de Saúde Mental, com objetivo de chamar atenção pública para o assunto e demonstrar a importância do cuidado com a saúde psicológica. Este ano, devido à pandemia do coronavírus, a Organização Mundial da Saúde (OMS), juntamente com a Federação Mundial para a Saúde Mental, pede aos governantes um aumento nos investimentos em saúde mental.

De acordo com dados da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), o mundo atravessa, junto com a pandemia, uma crise generalizada de saúde mental, na qual quase 1 bilhão de pessoas vivem com algum tipo transtorno mental, sendo que 3 milhões de pessoas morrem todos os anos devido ao uso nocivo do álcool e uma pessoa morre a cada 40 segundos por suicídio.

A Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep), ligada ao Conselho Nacional de Saúde (CNS), já recebeu mais de 180 registros de estudos sobre impactos da pandemia na saúde mental. Um deles é da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), que identificou que mulheres e jovens estão entre os mais afetados no Brasil. Segundo a pesquisa, quanto maior o impacto sobre a renda, maior os efeitos na saúde mental.

Tabu e informação  

O senador Romário (Podemos-RJ) lembrou que durante muito tempo falar sobre saúde mental foi um tabu. Segundo o parlamentar, hoje é mais compreensivo dialogar sobre doenças que afetam a mente. Com isso, Romário ressaltou a importância de campanhas informativas para prevenção de doenças mentais.




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